14 de out. de 2023

Casa do papai

Desde fevereiro de 2019 eu não vivo mais com o genitor dos meus filhos, ou seja, quase 5 anos. E em novembro de 2021 oficializamos um acordo, onde a guarda é unilateral, mas os finais de semana são divididos. No começo foi doloroso, muuuito ciúme, muita raiva, muita tristeza. Eu tive muitos sentimentos, sempre com relação a situação da separação, divórcio e filhos. 

As primeiras idas da Maria ela sofreu expondo, chorava a noite, pois ficava sozinha com uma estranha (madrasta), já o Heitorzinho é fechado e não demonstrava, eles sempre aceitaram ir, mesmo assim. O tempo foi passando, e agora eu já recebi algumas reclamações de que não querem mais ir. Me preocupo, mas hoje sei que é necessário a convivência paterna. E como estão grandes, tenho a certeza de que saberão se defender, se por um acaso, algo os incomodar de verdade. E assim vamos levando, vou conversando e as coisas se ajeitando entre nós três. 


Em 14/10/2023


Fase das brigas


O Heitor e a Maria Júlia, sempre foram crianças muito unidas, e eu sempre achei lindo, e todo mundo se admirava quando falava. Mas hoje, com 10 e 8 anos, eles começaram a fase dos desentendimentos. Ela se recusa a responder, ele se recusa a falar baixo com ela. 

Eu confesso que eu também acho bonito essa fase, e muitas vezes eu não interfiro, deixo eles se entenderem, porque eu sei que faz parte, sei que cada um já tem sua personalidade bem resolvida e que acima de tudo " é coisa de irmãos" 😃

14/10/2023
 

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